[uma primeira introdução]

Este é o primeiro de uma série de posts que planeio colocar online, para a comunidade “online” que se interessa em temas empresariais actuais e a sua relação com as tecnologias de informação e comunicação.

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Os posts inseridos nesta categoria representam opiniões pessoais – daí serem escritos na primeira pessoa – e traduzem ideias, comentários, sugestões, considerações e (eventualmente até) alguns “desabafos” de alguém que tem passado a sua vida ligado aos sistemas de informação e que hoje em dia desenvolve um projecto orientado às aplicações empresariais de nova-geração, nomeadamente no modelo Cloud Computing e SaaS.

[a Gripe A e a actividade empresarial]

Escolhi o tema da Gripe A e o impacto que uma eventual pandemia pode ter na economia Portuguesa (e mundial), pela importância que hoje em dia esta questão apresenta e por se tratar de um acontecimento que pode vira a ter consequências graves para empresas de todas as dimensões – na maioria dos sectores.

De facto, discute-se hoje quem deverá suportar os custos das milhares de “quarentenas” de trabalhadores que se prevêem que venham a acontecer quando a pandemia “explodir”, no Outono / Inverno deste ano: se o estado ou as entidades patronais.

Por um lado, gostava de deixar aqui a minha perplexidade pelo facto de que as diversas organizações / entidades têm concentrado a sua discussão em “quem vai pagar por não se poder trabalhar” e não em “que medidas podem ser tomadas para minimizar o impacto económico que a pandemia de gripe A pode ter nas nossas empresas”. (Perdoem-me o comentário, mas parece mais a velha tendência portuguesa de procurar desculpas para não se produzir, em vez de procurar soluções para ultrapassar as dificuldades…)

É indiscutível que a pandemia de Gripe que se prevê irá fazer com que muitos milhares de empresas tenham de ficar em casa, de modo a conter ao máximo a disseminação do vírus. Mas este facto (o ter de ficar em casa) não significa de todo que não se possa trabalhar…

Talvez há uns anos atrás, isso fosse uma inevitabilidade. Mas hoje em dia, com os meios de comunicação e as tecnologias disponíveis, são inúmeras as possibilidades para efetuar tele-trabalho – nos mais diversos sectores e tipos de actividades.

As empresas mais “atentas” já contam hoje em dia com sistemas e plataformas que permitem aos seus colaboradores acederem às suas alicações empresariais em qualquer lado – utilizando a Internet. A comunicação voz é ominipresente e os meios de comunicação baseados na Internet – email, chat e – mais recentemente – as online meetings (como a WebEx) permitem-nos produzir e trabalhar em qualquer lugar, com níveis de produtividade iguais ou até mesmo superiores ao trabalho “no escritório”.

Hoje em dia uma parte muito significativa da força de trabalho é distribuída – e móvel. E esta possibilidade (e tendência) de podermos trabalhar em qualquer lado, independentemente de onde estivermos, é uma realidade crescente nas economias mais desenvolvidas.

E com a explosão das tecnologias “Cloud” (como a WebEx, Salesforce, Google Apps, NetSuite e outras), as empresas e organizações podem hoje em dia suportar toda a sua framework de aplicações na Internet, permitindo a mobilidade completa da força de trabalho.

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Por exemplo, através das reuniões online WebEx, podemos reunir com 2 a 2000 pessoas pela Internet, para fazer reuniões de vendas, reuniões de trabalho, formação, apresentações de eventos online e até mesmo prestar suporte remoto a colegas e clientes – tudo através da internet. Além de ter aplicações óbvias na prevenção da disseminação de vírus da Gripe, estes métodos de trabalho permitem reduzir drasticamente custos, acelerar processos de negócio e trabalhar de forma mais eficiente. Visto deste prisma, a adopção de processos de negócio baseados na Internet, impulsionado pela necessidade levantada pela pandemia da Gripe A, pode até ser uma boa oportunidade das empresas aumentarem a sua competitividade.

Por outro lado, as iniciativas de tele-trabalho (quem em Portugal ainda se têm revelado bastante tímidas) têm aqui a grande oportunidade de mostrarem uma mais-valia.

Neste sentido, gostaria de deixar uma sugestão: além de discutirem “quem vai pagar as consequências da pandemia”, que tal fomentarem a utilização da tecnologia existente para minimizar os impactos da Gripe A e, no caminho, aproveitar para adoptar métodos de trabalho mais eficientes?

Para mais informações sobre reuniões online WebEx, visite: http://www.neeaconsulting.com/produtos/webex

Para mais informações sobre as aplicações empresariais Google Apps, p.f. contacte a neea|consulting pelos seguintes contactos.

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